Você é a favor do movimento contra muçulmanos?

-4
anônima
476
2a
Me: para mim vai até certo ponto ser 100% liberal as formas de expressão. Para mim, o islamismo vai do mesmo nível de deixar a existência de partidos nazistas. Uma religião que tenta converter tudo e todos é perigosa.

O pior é que o islamismo está crescendo tanto que daqui a uma década vai ultrapassar o cristianismo. Islã está sendo como o cristianismo era no passado, entrando em países para converter pessoas, e destruindo sua cultura local, o que é bem grave.

Para que iriamos querer uma religião que oprime tanto todo mundo?
Entre na sua conta para participar
elas perguntam
17 respostas
14
3
eles respondem
14
Alguem andou faltando as aulas de historia,pelo visto
anônimo
2a
E contra voce tambem
Sou a favor da religião mínima, não do Estado mínimo. Pega a China, por exemplo, há as religiões reconhecidas e a liberdade religiosa é garantida, no sentido de adoração, templos, festivais. Mas na política e dia-a-dia da sociedade impera o ateísmo de Estado. Membros do Partido, principalmente alto escalão, não surfam em chavões, populismo e terrorismo religiso. Nada de bancada confucionista, mito budista, papinho de guerra santa, bem contra o mal. É o reino da razão sobre o obscurantismo. Não à toa estão em nº1 no PISA e batendo nos EUA em 37 de 45 áreas da tecnologia(robótica, trens de alta velocidade, transição energética, inteligência artificial etc).

Nada de God Bless China ou God save Xi Jinping. Essas baboseiras deixa pro Ocidente. O tempo é senhor da razão.

Enfim, o certo é isso. Podem colocar fralda na cabeça, rezar e acreditar no que quiserem, mas se vierem com gracinha é tchau.
O cristianismo é um dos maiores vilões da história. E você ainda fala uma coisa dessas?
anônimo
2a
Sou totalmente a favor de existir muçulmanos. Não concordo com nada que eles fazem, mãs, a proibição de um movimento, ideia ou substância já se provou ineficaz. O espírito adolescente do ser humano aflora quando vê uma proibição. Já não dizia a máxima "O proibido é mais gostoso".

A proibição do Alcool nos Estados Unidos gerou Al Capone, a prisão do Hitler deu a ele uma roupagem de perseguido político pela Rp. de Weimar, a ditadura militar brasileira em represão à "ameaça comunista" - que nunca existiu - deu voz aos seres mais abjetos da política brasileira que até hoje usam a ditadura como bode-expiatório para suas merdas, o combate ao ópio na China gerou um intenso tráfico...

Ou seja, deixa os muçulmanos falarem. Quanto mais essa gente fala e faz, mais gera repulsa.
Odeio qualquer forma de religião, pior ainda o islâmismo e o judaísmo ultraortodoxo.
anônimo
2a
Religião que quer controle sobre a política ou que tem qualquer relação política não é religião mas um grupo de alienados que se julgam superiores aos demais assim como o fez os seguidores do judaismo que por orgulho, prepotência e interesses políticos crucificaram Jesus então não, nunca existirá maior exemplo de moral como o cristianismo que é a base pra muitas outras vertentes religiosas. Tirou essa informação de onde ? Como uma religião extremista poderia ter controle hoje em dia sobre algo com ideais fora do senso comum se tratando de humanidade ? Pelo amor de Deus.
2a
Eu sou contra gente louca que nem você. Você é Bolsominion né?
Parafraseando Peter Parker: E quem disse que isso é problema meu?
Depende da vertente.

Conheço muçulmano hoje em dia que é bem moderninho e nem liga tanto pra essas paradas de forçar a converter os outros e tal.

Agora, aqueles muçulmanos radicais, aliás, qualquer radical independente da religião não tem que ser levado a sério.
anônimo
2a
Boa noite!

Que pergunta tosca. Cada pessoa tem o direito de acreditar no que quiser. Melhore o seu comportamento.
anônimo
2a
Nada contra ninguém.
elas respondem
3
não, acho que a religião deve se adaptar ao mundo, assim como o judaísmo e cristianismo estão "fazendo".
anônima
2a
Partindo do fato que o nazismo nem teve como mentor um muçulmano e o Islamismo tem preceitos semelhantes ao cristianismo, não faz o menor sentido o seu texto. Só faria sentido no entendimento de intolerância.
Sou a favor da laicidade, do jeitinho que rege a nossa Constituição.
Que pergunta absurda