elas respondem
1.) O aborto não desengravida. Infelizmente o mal já está feito, mas é possível resignificar. Em todo modo o bebê terá que sair, o mais humano tanto para ele quanto para a gestante é deixá-lo vivo e ela fazer a entrega voluntária a alguém que o queira. Mãe e bebê são vítimas e quem tem que morrer é o desgraçado do estuprador. Um parto é infinitamente menos traumático que um procedimento de aborto.
2.) Acho justíssimo anular paternidade DESDE que as crianças ainda não tenham entendimento, ou seja, ainda são bem pequenas e apego não tenha sido gerado entre as partes.
Justo também é o suposto pai entrar com uma ação na justiça em busca de reparação pelo engano.
No caso do estupro eu penso o seguinte:
Se você quer a todo custo que a mãe tenha o filho, você precisa se envolver pessoalmente no caso e dar toda assistência à ela e a criança, se não, você não pode interferir em como uma pessoa vítima de uma violência resolveu agir, já que você não se responsabiliza por essa pessoa, isso nao quer dizer que eu concorde e ache bonito o aborto, quer dizer que eu sou realista e entendo as circunstâncias.
Querer forçar uma pessoa a ter um bebê sem condições psicológicas para tal é pura covardia e sadismo.
1) Mais que justo
2) Mais que justo também.
As duas situações têm algo em comum: Ninguém quer ter um filho que foi-lhe empregado à força, sob circunstâncias das quais você nunca quis que ocorressem.
Apoio as 2 opções como sendo JUSTAS. Quem não apóia é mau caráter em ambos os casos.
1- acho justo, ela decidir. Somente em casos de estupros.
2- acho justo sim.porém, tenho certeza que se esse homem for uma pessoa de bem, e já tiver um bom tempo de convivência com essas crianças ele mesmo não irá querer fazer isso.
• Sou completamente a favor do aborto, e um dia quando eu estudar bastante e me formar e se eu conseguir ficar famosa eu vou lutar para que o aborto seja legalizado.
• Eu acho correto.
Imagino a dor dela. Mas não acho justo. Uma vida é uma vida.
Acho justo. O pai pague.
Acho justo as duas questões.
1) me reservo no direito de não opinar.
2) é um direito dele, mas se ele realmente se apegou as crianças, acho difícil ele querer cortar laços. Sobre pensão, novamente, se ele criou laços com as crianças, obviamente ele vai querer ajudar de alguma forma pra que elas não passem necessidade. É fácil falar em cortar laços, não pagar pensão, etc. se a pessoa nunca criou uma criança como se fosse um filho. A não ser que a pessoa tenha um coração muito duro, ela vai acabar se apegando.
Em ambas as opções eu acho justo, mas sendo sincera, no segundo caso o marido já pode ter criado vínculo afetivo com a criança, que não tem nada com a safadeza da mãe...p
eles respondem
1) Sou radicalmente contra o aborto em qualquer situação. Nada justifica o assassinato de um INOCENTE. Se querem matar alguém, que matem o estuprador. Ainda assim, nada fará um "desestupro".
Isso também não significa que a mãe seja obrigada a criar essa criança. Pode colocar para adoção. Se um possível "sofrimento" justificar um assassinato de inocente, então temo que mais da metade da população mundial devesse ser exterminada com esquartejamento, sucção, etc. Uma belíssima limpeza anti-pobre de certas etnias que faria Hitler ficar até colorado de vergonha alheia.
2) Teste de DNA deveria ser feito por default junto com o "teste do pezinho", na maternidade. Em caso de revelação tardia de não-paternidade, o pai deve ter o direito, se quiser, de retirar o nome, isentar-se de qualquer obrigação que não tenha assumido voluntariamente sem ser ludibriado, além de ainda processar a vagabunda da mãe que mentiu e provocou-lhe todo esse dano psicológico.
Uma prima minha trabalha em laboratório de análises que faz exame de DNA. Ela me disse que, se soubéssemos a quantidade de exames de paternidade que dão NEGATIVO, todo mundo ficaria em choque.
1) Se a mulher foi estuprada, é direito dela abortar. Ela não tem que ser forçada a gerar o fruto do estupro e ser mãe.
2) Se o homem foi enganado e descobriu que não é pai dos filhos da esposa dele, é direito dele cancelar a paternidade e não pagar pensão nenhuma, afinal, ele não fez os filhos da esposa dele. Ele não tem que ser forçado a ter responsabilidade sobre os enteados/ex-enteados dele e nem fingir ser pai deles.
Aborto em caso de estupro = contra
Cancelamento de paternidade em resultado do DNA negativo = favorável
1-vc não sabe a dor que ela sente ao fazer uma pergunta dessa.
2-justo em partes, já que ele não pode fugir das obrigações de pagar a pensão e nem cortar contato. Ele tem que pensar mais nas crianças nesse caso
a mulher quem sabe
se quiser, aborta
Ambos os casos são justos.
Os dois casos são justos (se no segundo caso ele foi enganado e induzido a acreditar numa paternidade biológica inexistente)
O segundo caso inclusive já tem casos concretizados de cancelamento de paternidade na justiça
1) Direito dela abortar.
2) Direito dele cancelar a paternidade.
1) Justo, ela não tem que ser obrigada a ser mãe de um fruto de um estupro.
2) Justo, ele não tem que ser obrigado a fingir ser pai dos enteados/ex-enteados dele.
Aborto em caso de estupro = contra
Cancelamento de paternidade em resultado do DNA negativo = favorável
1.Sou a favor do aborto em todas as circunstâncias
2.Se o filho não é dele, não devem cobrar do mesmo. Todo o meu apoio para este homem