Concorda? Se não, discorde educadamente nos comentários.

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anônima
420
1a
Entre na sua conta para participar
elas perguntam
16 respostas
11
5
eles respondem
11
manipulação pra vc fazer o que elas acha certo
anônimo
1a
Eu nem vou ver o vídeo, todas suas ideias são descartáveis, você é muito moralista e religiosa, resumindo, uma mulher EXTREMAMENTE desinteressante em relação a sexualidade.
anônimo
1a
Concordo
Acho que que nenhum casal deveria de privar de fazer sexo, e não curto sexo casual.
Discordo. Se sexo fosse feito só para procriar, a humanidade já teria sido extinta.
anônimo
1a
Depende da visão religiosa da pessoa.
anônimo
1a
concordo
anônimo
1a
Não precisa nem dar o play pra discordar kkk
anônimo
1a
Desconcordo
elas respondem
5
Saco cheio desse assunto
anônima
1a
Papinho de Deus já sabe que falará merda
Tem essa de educação com crente não. Estupram a mente das pessoas e depois vem com essa de educadamente.
Se tem Deus no meio joga no lixo
"Proposito divino" não passa apenas de uma desculpa para pessoas se julgarem melhores que as outras.
anônima
1a
Que palhaçada, quer dizer se a pessoa é estéril, nunca vai poder transar? vai ter de morrer virgem? leio cada besteira...
anônima
1a
Discordo, sexo é para sentir prazer, também para poder gerar filhos da forma tradicional, nem sempre as pessoas querem gerar filhos, só querem sentir prazer e se divertir (contanto que tenha consentimento e proteção está tudo ok!). ''Além da ciência, o protestantismo e logo em seguida o pentecostalismo aprimoraram as técnicas de vigilância e observação da sexualidade, desenvolvidas pelo catolicismo medieval. Segundo Weber (2004), a Reforma Protestante produziu uma forma de dominação e regulamentação da vida privada que se fazia sentir mais fortemente entre os fiéis, pois penetrava de fato nos espaços secretos da intimidade. A sexualidade tornou-se ainda mais central do que já era. Nas Igrejas protestantes e pentecostais, tudo gira em torno dos desejos e prazeres sexuais dos fiéis. As pregações, os documentos teológicos, as orientações doutrinárias e os códigos de conduta fazem constante referência à vida sexual. É preciso vigiá-la, observá-la e confessá-la para não perdê-la de vista. Os seus rastros devem ser seguidos. Nas cerimônias religiosas, ela aparece para ser simultaneamente cultuada e combatida. Desde suas origens, o cristianismo continua preservando o espaço da sexualidade em seus cultos, como se dela dependesse para permanecer vivo.'':https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812010000300005