Quando eram crianças, gostavam mais da sala de aula quieta/disciplinada ou barulhenta/bagunçada?
Barulhenta no sentido de muitas brincadeiras entre os alunos ou até mesmo brincadeiras didáticas que a professora traz, muita aula em grupo e dupla, pessoas falando muito alto e atropelando umas às outras na hora de falar, gente fazendo grau na cadeira...
Quieta: Passar a maior parte do tempo em silêncio, participar da aula levantando a mão para falar, menos brincadeiras, mais atividades individuais.
E qual das duas opções vocês preferem para os filhos de vocês?
Quieta: Passar a maior parte do tempo em silêncio, participar da aula levantando a mão para falar, menos brincadeiras, mais atividades individuais.
E qual das duas opções vocês preferem para os filhos de vocês?
Entre na sua conta para participar
elas perguntam
7 respostas
3
4
eles respondem
3
O processo pedagógico independe de ser lúdico, corpóreo, mais tradicional mental ou mais político com interações, independe de qualquer tipo ele tem que ser significativo e isso só se consegue por meio do prazer do processo.
É difícil porque o educador deve saber comportar como um atrator caótico. Ele deve atrair em meio ao caos de universos distintos. Ser autoridade nao é ser autoritário, mas é mais fácil conseguir o controle sendo ditador e dando ordens do que ser esse mediador atrator caótico. Quando tu coloca um professor em uma turma com 30-40 alunos crianças, é muito difícil fazer mediação entre as informações e saberes para produção de conhecimento coletivo. O modelo é retrógrado, prussiano e militar de 200 anos, a escola precisa se reinventar e ter mais recursos urgentemente ou esse país continuara burro e sendo massa de manobra.
Estamos na era tecnológica da informação, sim informação, e isso nao significa conhecimento. Conhecimento é o atrito das informações de maneira crítica, o professor deve ser esse mediador e nao acumulado de informações que passa as turmas de maneira verticalizada.
Eu na minha prática utilizo muito técnicas de teatro e corporais para ativar os alunos. Como o meu política pedagógica, sim política, não é instrução ou instrumentalização de informações é direcionada a autonomia e crítica. A independência pensante se faz com duas coisas, autonomia é = capacidade de fazer + vontade de fazer.
A capacidade está a mão de qualquer um na era tecnológica dos smartphones, é a vontade que tem que ser aprendida ou estimulada. Isso só se faz com o corpo ativo e iniciando um processo, INICIAR não é dar conta em uma aula, só o prazer da brincadeira é o que dá significado e cria a constância do fazer.
Fazer mais, por mais tempo, porque quer, é o que ha de mais potente dentro da educação. Brincar e ludicidade é o que falta nas escolas e é algo tão natural para as crianças.
Confunde-se a ideia de disciplina por controle. Veja bem a definição de
É difícil porque o educador deve saber comportar como um atrator caótico. Ele deve atrair em meio ao caos de universos distintos. Ser autoridade nao é ser autoritário, mas é mais fácil conseguir o controle sendo ditador e dando ordens do que ser esse mediador atrator caótico. Quando tu coloca um professor em uma turma com 30-40 alunos crianças, é muito difícil fazer mediação entre as informações e saberes para produção de conhecimento coletivo. O modelo é retrógrado, prussiano e militar de 200 anos, a escola precisa se reinventar e ter mais recursos urgentemente ou esse país continuara burro e sendo massa de manobra.
Estamos na era tecnológica da informação, sim informação, e isso nao significa conhecimento. Conhecimento é o atrito das informações de maneira crítica, o professor deve ser esse mediador e nao acumulado de informações que passa as turmas de maneira verticalizada.
Eu na minha prática utilizo muito técnicas de teatro e corporais para ativar os alunos. Como o meu política pedagógica, sim política, não é instrução ou instrumentalização de informações é direcionada a autonomia e crítica. A independência pensante se faz com duas coisas, autonomia é = capacidade de fazer + vontade de fazer.
A capacidade está a mão de qualquer um na era tecnológica dos smartphones, é a vontade que tem que ser aprendida ou estimulada. Isso só se faz com o corpo ativo e iniciando um processo, INICIAR não é dar conta em uma aula, só o prazer da brincadeira é o que dá significado e cria a constância do fazer.
Fazer mais, por mais tempo, porque quer, é o que ha de mais potente dentro da educação. Brincar e ludicidade é o que falta nas escolas e é algo tão natural para as crianças.
Confunde-se a ideia de disciplina por controle. Veja bem a definição de
Meio termo, não gostava da algazarra total de bolinhas de papel e gritos agudos voando pra todo lado, mas também achava estranho e desconfortável a sala sem barulho...
2a
Gostava de ficar no meu canto
elas respondem
4
anônima
2a
Nossa, aí vc misturou as coisas. Eu adorava quando a professora fazia alguma brincadeira e a sala toda participava, mas aí era organizado. Não era bagunça, não era "fazer grau na cadeira", nem bolinha de papel, nem gritaria.
Sempre odiei bagunça. Depois do 5° ano, meus professores preferidos eram os mais disciplinadores, que faziam a sala toda ficar quieta.
Sempre odiei bagunça. Depois do 5° ano, meus professores preferidos eram os mais disciplinadores, que faziam a sala toda ficar quieta.
Preferia mais calma e tranquila, conseguia aprender mais assim.
anônima
2a
Não gostava de nada
Depende amiga, se a professora tivesse dando algum assunto ou falando algo importante preferia o silêncio… Se não ficava com a bagunça rsrsrsrs
qual sua dúvida?
descubra tudo sobre o sexo oposto!