Qual foi a vez que você mais sentiu tristeza/vazio?
Numa separacao de um relacionamento? No fim de uma amizade? Na perda de um parente proximo?
Ou algo muito pessoal que nao pode ser dito nem de forma generica?
Ou algo muito pessoal que nao pode ser dito nem de forma generica?
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eles perguntam
11 respostas
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elas respondem
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5M
Fiquei tão mal por causa do meu primo, uma criança com câncer, que quis desabafar aqui tbm.
https://elaele.com.br/q/820880-meu-priminho-esta-cancer-ele-ainda-e-crianca-meu-coracao-doi-ve-lo-nessa-situacao
Morte do meu vovô e outras coisas que não quero citar aqui.
https://elaele.com.br/q/820880-meu-priminho-esta-cancer-ele-ainda-e-crianca-meu-coracao-doi-ve-lo-nessa-situacao
Morte do meu vovô e outras coisas que não quero citar aqui.
5M
Agora mesmo.
anônima
5M
quando perdi alguém importante
anônima
5M
Perda de amigos e familiares queridos.
5M
Quando me apaixonei por um borderline ciumento, acho que esse transtorno pega porque me senti vazia igual um balão murcho depois
eles respondem
6
Quando o cachorro adoeceu, eu soube que ele ia morrer.
Não de imediato, essas coisas nunca são imediatas , mas eu soube. E o que me atormenta não é a morte dele, é o que pensei enquanto ela acontecia.
Eu pensei em dinheiro. Nos dias de internação, nas injeções, nas conversas com o veterinário, eu pensava em quanto tudo aquilo custava. E cada vez que pensava, sentia vergonha. Mas a vergonha não impedia o pensamento; só o tornava mais insistente.
Foram dez anos juntos. Ele esteve comigo quando eu não tinha mais ninguém. Dormia no chão do meu quarto, depois no sofá, depois na cama. Me esperava todos os dias, como se eu fosse alguém melhor do que realmente sou. E ainda assim, quando ele precisou de mim, eu fiquei fazendo contas.
No último dia, o veterinário disse que não havia mais nada a fazer. Eu disse que entendia. E foi verdade, eu entendi. Senti alívio. Um alívio seco, quase físico. E esse alívio é o que me persegue.
Às vezes sonho com ele, ainda deitado no chão, respirando difícil. Acordo e penso: talvez ele tenha sabido. Talvez, no fundo, tenha sentido o cálculo, o limite da minha compaixão.
Não de imediato, essas coisas nunca são imediatas , mas eu soube. E o que me atormenta não é a morte dele, é o que pensei enquanto ela acontecia.
Eu pensei em dinheiro. Nos dias de internação, nas injeções, nas conversas com o veterinário, eu pensava em quanto tudo aquilo custava. E cada vez que pensava, sentia vergonha. Mas a vergonha não impedia o pensamento; só o tornava mais insistente.
Foram dez anos juntos. Ele esteve comigo quando eu não tinha mais ninguém. Dormia no chão do meu quarto, depois no sofá, depois na cama. Me esperava todos os dias, como se eu fosse alguém melhor do que realmente sou. E ainda assim, quando ele precisou de mim, eu fiquei fazendo contas.
No último dia, o veterinário disse que não havia mais nada a fazer. Eu disse que entendia. E foi verdade, eu entendi. Senti alívio. Um alívio seco, quase físico. E esse alívio é o que me persegue.
Às vezes sonho com ele, ainda deitado no chão, respirando difícil. Acordo e penso: talvez ele tenha sabido. Talvez, no fundo, tenha sentido o cálculo, o limite da minha compaixão.
anônimo
5M
Quando notei que todo lugar a que eu fosse teria pessoas a zombar de mim em razão da minha aparência, que naquela época não era nada agradável de todo.
5M
Nunca fiquei triste de verdade. Não tenho profundidade psicológica para sentir qualquer emoção de forma significativa.
5M
Adoecimento de parentes próximos.
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