Eu vi o caso e não fiquei surpreso, ele é odiado até mesmo na bolha redpill, sempre foi conhecido por ser asqueroso, estúpido e por vender curso de sedução/conquista o que é motivo de chacota para os redpills.
O que me chocou foi o motivo da briga, a namorada disse que eles estavam bebendo e num momento íntimo, quando ele pediu sexo anal e ela negou, por isso ele a agrediu e tentou estuprá-la.
Esse sujeito nunca foi "Red Pill", logo, não é correto atribui-lo desta forma. Ele sempre foi PUA, ficava vendendo cursos de como pegar mulher, porém, esse tipo de conteúdo funcionava até 2018, antes da lei de importunação sexual. Posteriormente, o conteúdo PUA fracassou e foi perdendo espaço para os conteúdos de desenvolvimento pessoal da Red Pill. Quem é da Red sabe muito bem as estratégias para se proteger de problemas sociais e jurídicos, o que não condiz em absolutamente nada no episódio envolvendo o Campari.
As principais referências da Red Pill no Brasil são três nomes: Rafael Aires, Bruno Giglio e Ricardo Thomé.