Acha que pessoas que gostam de ler livros e estudar são diferentes das que não gostam?

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eles perguntam
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elas respondem
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Diferente é, mas n quer dizer que são melhores.
Eu uma vez conheci um cara q aparentava ser legal, conheci no trabalho no IBGE, ele lê muito, é culto, mas é idiota, petista nível hard. Tentei amizade, mas era bem difícil, ele achava que por ele lê livros super inteligentes só a opinião dele era correta, tem muita gente assim, que lê bastante e se sente superior aos demais.
Nada a ver.
Detesto gente esnobe!
eles respondem
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Um pouquinho sim, mas nada extraordinário
São diferentes sim, não ficam parecendo um bobson cuja única coisa que leu na vida foi o bilhetinho da morena no baile...
Sim, são pessoas curiosas e que gostam de pensar além do óbvio
É a mesma coisa
anônimo
4M
São superiores
No Brasil, sim. Quem possui costume de ler é minoria.
Claro que sim, mas não acho que ler torne uma pessoa superior à outra nem mais inteligente.

O Brasil, por exemplo, está recheado de verbalistas (pessoas que reagem emocionalmente à simples menção de certas palavras, em vez de analisarem o que de fato foi dito) e analfabetos funcionais (pessoas que, embora leiam, são incapazes de reproduzir a imagem, o significado, o conteúdo do que foi lido com fidelidade). Muitos deles se formam em universidades, publicam artigos, revestem-se de uma carapaça verbal rebuscada que dá aparência de letramento, mas que na realidade simplesmente impede a reversão desses vícios.

Pior do que isso, na educação superior, a estupidez linguística alcança tal ponto que o sujeito, mesmo tendo lido muito mais do que aqueles fora da universidade, não compreende nada e julga tudo, como a última esperança possível para "um povo ignorante, que não teve oportunidade de cursar uma graduação". São eles — os universitários e egressos — os que têm mais dificuldade de perceber isso. Para eles, não há verdade, mentira, fato, ficção, lógica e irracionalidade. Há apenas "posições políticas": a deles e a dos outros. Aliás, há apenas a deles, que não se insere em nenhuma tradição de pensamento, mas está "para além delas", como algo transcendente, a que travestem como "científica". A dos outros, impossível de ser estudada e representada seriamente, é-lhes inacessível.
Todo mundo é diferente