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anônima
anônima
168  17/01/2026 22h26

Saúde emocional não é brincadeira.

Muitas doenças acabam indo pra fora, se manifestando pelo emocional ruim.

Eu poderia citar vários casos aqui, vários vários... Mas prefiro que vocês pesquisem, e pensem por si só

Senão meu texto aqui iria ser enormeeeee kkk

Mas quero deixar essa mensagem, cuide do emocional de vocês. Não é brincadeira, não achem bonito romantizar emocional ruim, tristeza e emoções negativas. Não se acostumem a elas, não se acomodem.

Cuidado com o estresse emocional! Principalmente o intenso! Cuide do mental de vocês. Parem tudo se preciso for para cuidarem de vocês, deixem afazeres temporariamente para cuidarem da saúde mental.

Isso é muito importante, eu poderia discorrer sobre esse assunto muito mais, mas o principal quero levar vocês a refletirem

💛✨🙂👍🏼

entre na sua conta para poder responder.
elas perguntam
8 7
eles respondem
17/01/2026 14h58
Me matando.
17/01/2026 15h42
Drenando a saúde emocional dos outros através de partidas ranqueadas no Liga das Lendas.
17/01/2026 15h24
Escrita e antidepressivo.
17/01/2026 17h35
Não cuido
17/01/2026 17h45
Esperando a morte numa esquina qualquer.
17/01/2026 18h59
Ótima questão...eu cuido principalmente:
- TRABALHANDO MUITO e
- SAINDO DE CASA

fazendo coisas, vendo gente, conversando...Quem mais tem risco disso aí é quem fica demasiado tempo em rede social (eu quase não uso, fico só YT).
anônimo
anônimo
17/01/2026 19h02
Procuro aprovação de estranhos em fóruns da internet
17/01/2026 22h26
Puxo pesos, será suficiente?
elas respondem
17/01/2026 15h00
Dizem que o amor é apenas um sentimento — mas a ciência mostra que ele pode literalmente reprogramar o corpo humano.

Estudos em psiconeuroimunologia confirmam que, quando uma mulheres e homens, se sente genuinamente amados e seguros emocionalmente, seu organismo começa a se regenerar em níveis profundos, chegando até a alterar a expressão dos próprios genes. A sensação de acolhimento e conexão verdadeira não é apenas psicológica: ela produz efeitos biológicos mensuráveis e poderosos.

Quando há amor e apoio emocional, o corpo reduz a liberação de hormônios do estresse, como o cortisol, o que diminui a inflamação e protege contra doenças crônicas — entre elas problemas cardíacos, distúrbios autoimunes e até alguns tipos de câncer.

Essa sensação de segurança ativa genes ligados à reparação celular, fortalecimento do sistema imunológico e equilíbrio metabólico.
A explicação tem nome: ocitocina, o hormônio da ligação afetiva.

Ela acalma o sistema nervoso, melhora o sono, acelera a recuperação de enfermidades e cicatriza feridas emocionais acumuladas ao longo do tempo. O amor, portanto, não é apenas uma experiência afetiva — é um fenômeno biológico que cura, fortalece e transforma.

Estar presente, agir com gentileza e oferecer segurança emocional não são apenas gestos de afeto, mas formas reais de medicina para o corpo e para a alma. A ciência, enfim, confirma o que o coração sempre soube: o amor verdadeiro cura de dentro para fora.

Com isso tudo, quero dizer: devemos amar mais, nos amar e amar o próximo. Só assim iremos amenizar o mal do século. A DEPRESSÃO.
17/01/2026 15h00
Distraindo minha mente com outras coisas
anônima
anônima
17/01/2026 15h40
Realmente, fui a uma palestra sobre o Janeiro Branco na sexta-feira. Nela, o psicólogo comentou que tem recebido muitos casos de ansiedade ultimamente e que o uso excessivo de telas também é um dos causadores.
17/01/2026 15h42
Ocupando minha mente e tempo com coisas boas.
17/01/2026 15h46
Pergunta relevante.
Obs 💛
17/01/2026 16h53
Tento me afastar das redes sociais pelo menos um dia da semana (geralmente aos domingos), alguns ambientes eu não levo celular, como academia... Malho, tento focar no meu treino, leio, faço minhas orações, ouço música... E evito conviver com determinados tipos de pessoas.
anônima
anônima
17/01/2026 18h54
"Me sinto tão só
E dizem que a solidão, até que me cai bem"
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Você demitiria uma funcionária se descobrisse que ela tem o costume de sentar pra bandido na vida pessoal?
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E se o Eixo Monumental fosse um parque urbano do século XXI e não um museu a céu aberto?