A vagabunda sai lá da PQP da selva amazônica para "viver aventuras" (palavras dela) sendo bancada por familiares ou sei lá quem, muito fácil e conveniente por sinal, não trabalha, não faz porra nenhuma da vida, só sabe contar historinha triste.
Já o cara, apesar de emocionado, contrariou tudo que ela disse. Nunca fez trilha mas sobreviveu por dias num lugar desconhecido e inóspito, conseguiu buscar ajuda sozinho, agora está ganhando rios de dinheiro com contratos publicitários. Ela nunca teria conseguido a mesma coisa se fosse largada pra trás, pois é uma mimadinha de merda.
O único erro do cara foi ter aceitado ir se encontrar com ela lá na Praça Rui Barbosa em Curitiba e ainda levar as coisas dela. O certo era ter jogado numa lixeira ou mandar alguém entregar. Mas o Fantástico precisava de uma matéria, deve ter pago muito bem por isso.