Você acha que a vida é um castigo ou uma dádiva?

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eles perguntam
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elas respondem
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Eu acho que não somos vítimas, só se vive uma vez e devemos apreciar a vida; e olha que eu acredito em reencarnação.
Uma dádiva, acho que devemos passar pela vida aproveitando cada momento e apreciando todas as belezas dela.

Até mesmo os momentos difíceis da vida servem para nos fazer crescer de alguma forma.

Também cabe a nós não deixar que os desafios se tornem um sofrimento, tudo depende da maneira como escolhemos enxergar a vida, temos o poder de moldar o nosso destino e não nos tornar vítimas dele.
anônima
1M
Uma dádiva. Uma pena que é tão curta
Uma perda de tempo.
anônima
1M
Convivo com este castigo desde o dia que nasci.
eles respondem
9
Uma benção.
anônimo
1M
Eu acho que ela é a nossa benção e também a nossa maldição. Mas temos que aparentar normalidade, e se manter firme, forte e posturados! Desistir não é uma opção.
A minha vida é uma dádiva, agora a de todas as outras pessoas é uma maldição.
Faz essa pergunta pro moleque que vive no meio do serenguti africano e luta diariamente pra sobreviver
E faz essa pergunta pro moleque na Noruega que que aos 4 anos de idade vai andando sozinho pra escola….
Cada um vai ter dar uma perspectiva
Meu caro, à luz da doutrina que professo, não ousaria reduzir a vida a um mero castigo, tampouco a uma dádiva desprovida de gravidade. Antes, vejo-a como uma concessão divina revestida de propósito. Uma dádiva, sim, mas uma dádiva solene, que traz consigo o peso da responsabilidade moral.

Segundo os ensinamentos da Igreja Anglicana, a existência terrena é um campo de prova, onde o homem, dotado de razão e consciência, é chamado a exercer virtude, suportar tribulações e aperfeiçoar seu caráter. As dores que nos acometem não são punições arbitrárias, mas instrumentos pelos quais a alma é lapidada, tal qual o ouro no fogo.

Se há sofrimento, é porque há também redenção possível. Se há quedas, há igualmente a oportunidade de erguer-se com maior dignidade. Assim, não considero a vida um castigo, mas uma graça austera, uma jornada que, se bem vivida, conduz não apenas à retidão, mas à comunhão com o Eterno.
A vida é uma merda
Ela é moldada pelas suas ações, percepções e escolhas.