Eu seria julgado se me vestisse como um homem raiz?
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anônimo
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Meu sonho era me vestir como os homems de antigamente.


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eles perguntam
16 respostas
6
10
elas respondem
6
em partes seria
anônima
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"Os jovens vão amar"
anônima
2M
Usa o que você quiser, moço. Eu só uso roupas modestas porque gosto e me sinto bem assim. Se até sendo assim já fui criticada! Poucas vezes, mas fui! não estou nem aí. Uso o que eu quero!
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Recomendo usar está aqui;


Obviamente
Olha ele de tamanquinho.
eles respondem
10
Esses reis ai com essas roupinhas por baixo?! Sei nao hein 🏳️🌈🤨
Olha a pose da mona
Olha a pose da mona
anônimo
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Rejeite a modernidade, abrace a tradição
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Vc ainda tem alguma dúvida? Vão achar que vc sofre de algum tipo de psicose ou no mínimo vão pensar que vc é um esquisitão sem senso de ridículo.
anônimo
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Seria reverenciado
Meu caro, ser julgado, sê-lo-ás, disso não há como escapar. A sociedade, em qualquer século, observa com estranheza aquilo que se afasta de seus hábitos correntes. Um traje que evoque a Renascença por exemplo, em pleno mundo moderno, inevitavelmente despertará olhares, murmúrios e, por vezes, incompreensão.
Todavia, a questão mais elevada não é se serás julgado, mas se teu porte será digno o bastante para sustentar tal escolha.
Os homens de outrora não se distinguiam apenas pelo vestuário, mas pela postura, pela sobriedade e pela consciência de si. Um gibão ou uma túnica, sem o correspondente caráter, não passa de fantasia, porém, quando acompanhado de compostura, pode tornar-se expressão de identidade, ainda que excêntrica aos olhos comuns.
Convém, contudo, alguma prudência. Há ocasiões que exigem conformidade, não por submissão, mas por respeito às convenções sociais. Em ambientes formais, laborais ou acadêmicos, o excesso de singularidade pode mais distrair do que elevar tua presença.
Assim, talvez a via mais sábia seja a da adaptação: incorporar elementos do passado ao presente, cortes mais clássicos, tecidos nobres, cores sóbrias, em vez de uma reprodução literal. Dessa forma, honras teu gosto sem te apartares por completo do teu tempo.
Não há desonra em aspirar à elegância de eras passadas. Apenas recorda-te, não é o traje que faz o homem digno, mas o homem que confere dignidade ao traje.
Todavia, a questão mais elevada não é se serás julgado, mas se teu porte será digno o bastante para sustentar tal escolha.
Os homens de outrora não se distinguiam apenas pelo vestuário, mas pela postura, pela sobriedade e pela consciência de si. Um gibão ou uma túnica, sem o correspondente caráter, não passa de fantasia, porém, quando acompanhado de compostura, pode tornar-se expressão de identidade, ainda que excêntrica aos olhos comuns.
Convém, contudo, alguma prudência. Há ocasiões que exigem conformidade, não por submissão, mas por respeito às convenções sociais. Em ambientes formais, laborais ou acadêmicos, o excesso de singularidade pode mais distrair do que elevar tua presença.
Assim, talvez a via mais sábia seja a da adaptação: incorporar elementos do passado ao presente, cortes mais clássicos, tecidos nobres, cores sóbrias, em vez de uma reprodução literal. Dessa forma, honras teu gosto sem te apartares por completo do teu tempo.
Não há desonra em aspirar à elegância de eras passadas. Apenas recorda-te, não é o traje que faz o homem digno, mas o homem que confere dignidade ao traje.
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Maluco.
anônimo
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Seria julgado e respeitado por ter coragem de anda assim em um dia calor
2M
Homem raiz seria um rei gordo cheio de estrogênio fruto de gerações sucessivas de casamentos consanguíneos?! Sei não
Um monarca dessa época era tudo, menos um homem raiz.
Essa roupa nem no dia a dia ele usava. Era pose fantasiada pra pintura de um quadro
Severino diria mas isso é uma bichooona
Um monarca dessa época era tudo, menos um homem raiz.
Essa roupa nem no dia a dia ele usava. Era pose fantasiada pra pintura de um quadro
Severino diria mas isso é uma bichooona
2M
Só faltou o chimarrão.
2M
Claro que não. Vai fundo.
qual sua dúvida?
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