Fui abandonada grávida, hoje meu filho tem 2 anos....ainda vale a pena tentar amar de novo?
Tenho 24 anos e a vida nunca foi fácil. Perdi meus pais cedo e, sendo filha única, cresci com um vazio difícil de explicar. Tenho uma tia e um tio que me apoiam, e sou muito grata por isso, mas sei que não é a mesma coisa que ter meus pais por perto.
Aos 17 anos, conheci meu ex e vivi com ele tudo pela primeira vez. Me entreguei completamente, porque sempre sonhei em construir uma família, algo que eu não tive. Fomos morar juntos quando eu tinha 19 anos, e eu realmente acreditava que seria para sempre. Ele falava sobre termos filhos, sobre um futuro juntos, e eu confiei nisso.
Quando engravidei, mesmo não sendo planejado, eu fiquei feliz e esperançosa. Porém, a reação dele não foi como eu imaginava. Ainda assim, tentei acreditar que com o tempo tudo se ajeitaria. Mas, aos 8 meses de gravidez, descobri várias traições. Foi devastador. No meio de brigas e muita dor, ele decidiu ir embora, me deixando sozinha justamente no momento em que eu mais precisava de apoio.
O nascimento do meu filho trouxe luz para a minha vida. Hoje ele tem 2 anos e é minha maior força, minha razão de seguir em frente. Eu trabalho, já concluí meu curso técnico e faço de tudo para dar uma vida digna para nós. Conto com a ajuda da minha tia, a quem pago para cuidar dele enquanto trabalho.
O pai dele paga pensão, mas nunca esteve presente. Ele mesmo diz que não gosta do próprio filho, e isso me machuca profundamente. Apesar de tudo, sigo tentando ser forte.
Sinto falta de ter alguém ao meu lado, de compartilhar a vida. Mas também tenho medo de me envolver novamente, de confiar e sofrer outra decepção. Tenho medo de alguém não aceitar minha história ou meu filho. Ainda assim, me pergunto se um dia vou conseguir viver um amor leve, verdadeiro e seguro. O que me aconselham? Sou nova aqui no site
Aos 17 anos, conheci meu ex e vivi com ele tudo pela primeira vez. Me entreguei completamente, porque sempre sonhei em construir uma família, algo que eu não tive. Fomos morar juntos quando eu tinha 19 anos, e eu realmente acreditava que seria para sempre. Ele falava sobre termos filhos, sobre um futuro juntos, e eu confiei nisso.
Quando engravidei, mesmo não sendo planejado, eu fiquei feliz e esperançosa. Porém, a reação dele não foi como eu imaginava. Ainda assim, tentei acreditar que com o tempo tudo se ajeitaria. Mas, aos 8 meses de gravidez, descobri várias traições. Foi devastador. No meio de brigas e muita dor, ele decidiu ir embora, me deixando sozinha justamente no momento em que eu mais precisava de apoio.
O nascimento do meu filho trouxe luz para a minha vida. Hoje ele tem 2 anos e é minha maior força, minha razão de seguir em frente. Eu trabalho, já concluí meu curso técnico e faço de tudo para dar uma vida digna para nós. Conto com a ajuda da minha tia, a quem pago para cuidar dele enquanto trabalho.
O pai dele paga pensão, mas nunca esteve presente. Ele mesmo diz que não gosta do próprio filho, e isso me machuca profundamente. Apesar de tudo, sigo tentando ser forte.
Sinto falta de ter alguém ao meu lado, de compartilhar a vida. Mas também tenho medo de me envolver novamente, de confiar e sofrer outra decepção. Tenho medo de alguém não aceitar minha história ou meu filho. Ainda assim, me pergunto se um dia vou conseguir viver um amor leve, verdadeiro e seguro. O que me aconselham? Sou nova aqui no site
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elas perguntam
6 respostas
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2
eles respondem
4
2h
resumo pra quem tiver com preguiça de ler
'' Órfã de 24 anos e mãe solo, enfrentou o abandono do ex-parceiro após traições no fim da gravidez. Hoje, foca no trabalho e na criação do filho de 2 anos, contando com apoio familiar. Apesar do trauma e do medo de novas decepções, ainda deseja encontrar um amor seguro, mas teme pela aceitação de sua história e de seu filho. ''
'' Órfã de 24 anos e mãe solo, enfrentou o abandono do ex-parceiro após traições no fim da gravidez. Hoje, foca no trabalho e na criação do filho de 2 anos, contando com apoio familiar. Apesar do trauma e do medo de novas decepções, ainda deseja encontrar um amor seguro, mas teme pela aceitação de sua história e de seu filho. ''
As pessoas não são iguais, não é porque você e seu ex não deram certos que você está condenada a viver sozinha para o resto da vida. Nunca generalize, mas leve essas lições como aprendizado.
Você pode sim conhecer alguém legal, talvez um homem de verdade que vá ficar ao teu lado e te amar, há inúmeros exemplos assim. Eu tenho uma tia distante que foi assim, engravidou do ex marido que era viciado em drogas, por fim, terminaram e ela ficou sozinha, mas trabalhando e sustentando o filho enquanto recebia bolsa família.
Por fim, casou-se de novo e está feliz com o atual, vivendo a vida dela normalmente. O medo é compreensível pelo o que você passou, mas pense que seu maior objetivo agora é cuidar do seu filho, não fique sonhando nesse "amor" de filmes, mas também não precisa virar uma "monja".
Vá conhecendo alguns rapazes, escolha um que faça teu tipo, que seja do tipo trabalhador, sério e responsável. Fuja de homem com mentalidade de moleque. Começou com papo tosco ou vive gandaiando por ai, pula fora.
De resto, só o tempo dirá. Mas não se apresse em arrumar alguém, deixe a coisa fluir, tente conhecer alguém, mas sem forçar rapidez nem nada.
Você pode sim conhecer alguém legal, talvez um homem de verdade que vá ficar ao teu lado e te amar, há inúmeros exemplos assim. Eu tenho uma tia distante que foi assim, engravidou do ex marido que era viciado em drogas, por fim, terminaram e ela ficou sozinha, mas trabalhando e sustentando o filho enquanto recebia bolsa família.
Por fim, casou-se de novo e está feliz com o atual, vivendo a vida dela normalmente. O medo é compreensível pelo o que você passou, mas pense que seu maior objetivo agora é cuidar do seu filho, não fique sonhando nesse "amor" de filmes, mas também não precisa virar uma "monja".
Vá conhecendo alguns rapazes, escolha um que faça teu tipo, que seja do tipo trabalhador, sério e responsável. Fuja de homem com mentalidade de moleque. Começou com papo tosco ou vive gandaiando por ai, pula fora.
De resto, só o tempo dirá. Mas não se apresse em arrumar alguém, deixe a coisa fluir, tente conhecer alguém, mas sem forçar rapidez nem nada.
Não vale a pena amar.
Esse negócio de amar é bobagem, nem existe.
Esse negócio de amar é bobagem, nem existe.
2h
Foca na criação do seu filho. Para de pensar em macho.
elas respondem
2
Aconselho você a usar mais a razão do que a emoção. Agora que você tem um filho, não é questão de apenas se apaixonar e viver como se não houvesse amanhã.
23m
Você já tem um filho e a segurança do seu filho vem em primeiro lugar, a pessoa com quem vc se relacionar terá contato direto com o seu anjinho, então pense muito e conheça muito bem a pessoa antes de permitir a convivência. Esqueça a sua parte emocional, se vc for se envolver com alguém, não pode ser só por sentimentos, mas vc terá que escolher aquele que agrega na sua vida e na do seu filho, alguém que vai tratá-lo com respeito.
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