O que pode explicar momentos de desconfiança?
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anônima
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2M
As vezes eu tenho momentos em que não confio nas pessoas ao meu redor, exceto a minha família.
Na universidade, com amigos, na academia. As vezes falar com as pessoas me deixa com um pé atrás, me dá a sensação de que a qualquer momento elas vão usar o que eu falo contra mim. Não que eu me ache protagonista nem nada, mas as vezes me passa essa sensação.
Na universidade, com amigos, na academia. As vezes falar com as pessoas me deixa com um pé atrás, me dá a sensação de que a qualquer momento elas vão usar o que eu falo contra mim. Não que eu me ache protagonista nem nada, mas as vezes me passa essa sensação.
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elas perguntam
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eles respondem
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Minha cara, o espírito humano raramente atravessa a vida em absoluta confiança. Há momentos em que a alma, ferida por decepções, pela vulgaridade do mundo ou pela simples observação das fraquezas humanas, passa a conservar certa reserva diante dos outros. Isso não é necessariamente loucura nem arrogância mas pode ser apenas prudência levada além da medida conveniente.
O homem sensato aprende cedo que nem toda companhia merece plena abertura. Em universidades, círculos sociais ou academias, muitos vínculos são superficiais, e a experiência ensina que palavras ditas sem cautela podem, por vezes, ser mal interpretadas ou utilizadas com mesquinhez. Assim, o espírito cria defesas invisíveis.
Todavia, convém distinguir prudência de isolamento excessivo. Quando a desconfiança se torna constante, a mente passa a enxergar ameaça até onde talvez exista apenas indiferença comum da vida cotidiana. A maioria das pessoas está demasiado ocupada consigo mesma para arquitetar grandes hostilidades contra nós.
Talvez lhe falte não confiança absoluta nos homens, coisa rara e até imprudente, mas antes um equilíbrio sereno, conservar discrição sem cair em suspeita permanente. Um cavalheiro ou dama dignos não revelam sua intimidade a qualquer um, porém também não vive como um sentinela atormentado em território inimigo.
A confiança, afinal, não deve ser concedida de imediato nem negada a todos indistintamente mas deve ser oferecida aos poucos, conforme o caráter alheio se revele pelo tempo, pela constância e pelas ações.
O homem sensato aprende cedo que nem toda companhia merece plena abertura. Em universidades, círculos sociais ou academias, muitos vínculos são superficiais, e a experiência ensina que palavras ditas sem cautela podem, por vezes, ser mal interpretadas ou utilizadas com mesquinhez. Assim, o espírito cria defesas invisíveis.
Todavia, convém distinguir prudência de isolamento excessivo. Quando a desconfiança se torna constante, a mente passa a enxergar ameaça até onde talvez exista apenas indiferença comum da vida cotidiana. A maioria das pessoas está demasiado ocupada consigo mesma para arquitetar grandes hostilidades contra nós.
Talvez lhe falte não confiança absoluta nos homens, coisa rara e até imprudente, mas antes um equilíbrio sereno, conservar discrição sem cair em suspeita permanente. Um cavalheiro ou dama dignos não revelam sua intimidade a qualquer um, porém também não vive como um sentinela atormentado em território inimigo.
A confiança, afinal, não deve ser concedida de imediato nem negada a todos indistintamente mas deve ser oferecida aos poucos, conforme o caráter alheio se revele pelo tempo, pela constância e pelas ações.
2M
Tá sem auto confiança, não querer interagir tudo bem, as vezes vc pode ser mais fechadona, mas agora sempre desconfiada de tudo e todos mesmo não sabendo, já uma cisma sua uma neura
2M
É até melhor ser assim...
elas respondem
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anônima
2M
Esquizofrenia
anônima
2M
Faz bem em reter certos assuntos pra si. Isso se chama ter bom senso.
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