Como você cuida da sua saúde emocional?
anônima
Saúde emocional não é brincadeira.
Muitas doenças acabam indo pra fora, se manifestando pelo emocional ruim.
Eu poderia citar vários casos aqui, vários vários... Mas prefiro que vocês pesquisem, e pensem por si só
Senão meu texto aqui iria ser enormeeeee kkk
Mas quero deixar essa mensagem, cuide do emocional de vocês. Não é brincadeira, não achem bonito romantizar emocional ruim, tristeza e...
Muitas doenças acabam indo pra fora, se manifestando pelo emocional ruim.
Eu poderia citar vários casos aqui, vários vários... Mas prefiro que vocês pesquisem, e pensem por si só
Senão meu texto aqui iria ser enormeeeee kkk
Mas quero deixar essa mensagem, cuide do emocional de vocês. Não é brincadeira, não achem bonito romantizar emocional ruim, tristeza e...
elas respondem
anônima
2M
Dizem que o amor é apenas um sentimento — mas a ciência mostra que ele pode literalmente reprogramar o corpo humano.
Estudos em psiconeuroimunologia confirmam que, quando uma mulheres e homens, se sente genuinamente amados e seguros emocionalmente, seu organismo começa a se regenerar em níveis profundos, chegando até a alterar a expressão dos próprios genes. A sensação de acolhimento e conexão verdadeira não é apenas psicológica: ela produz efeitos biológicos mensuráveis e poderosos.
Quando há amor e apoio emocional, o corpo reduz a liberação de hormônios do estresse, como o cortisol, o que diminui a inflamação e protege contra doenças crônicas — entre elas problemas cardíacos, distúrbios autoimunes e até alguns tipos de câncer.
Essa sensação de segurança ativa genes ligados à reparação celular, fortalecimento do sistema imunológico e equilíbrio metabólico.
A explicação tem nome: ocitocina, o hormônio da ligação afetiva.
Ela acalma o sistema nervoso, melhora o sono, acelera a recuperação de enfermidades e cicatriza feridas emocionais acumuladas ao longo do tempo. O amor, portanto, não é apenas uma experiência afetiva — é um fenômeno biológico que cura, fortalece e transforma.
Estar presente, agir com gentileza e oferecer segurança emocional não são apenas gestos de afeto, mas formas reais de medicina para o corpo e para a alma. A ciência, enfim, confirma o que o coração sempre soube: o amor verdadeiro cura de dentro para fora.
Com isso tudo, quero dizer: devemos amar mais, nos amar e amar o próximo. Só assim iremos amenizar o mal do século. A DEPRESSÃO.
Estudos em psiconeuroimunologia confirmam que, quando uma mulheres e homens, se sente genuinamente amados e seguros emocionalmente, seu organismo começa a se regenerar em níveis profundos, chegando até a alterar a expressão dos próprios genes. A sensação de acolhimento e conexão verdadeira não é apenas psicológica: ela produz efeitos biológicos mensuráveis e poderosos.
Quando há amor e apoio emocional, o corpo reduz a liberação de hormônios do estresse, como o cortisol, o que diminui a inflamação e protege contra doenças crônicas — entre elas problemas cardíacos, distúrbios autoimunes e até alguns tipos de câncer.
Essa sensação de segurança ativa genes ligados à reparação celular, fortalecimento do sistema imunológico e equilíbrio metabólico.
A explicação tem nome: ocitocina, o hormônio da ligação afetiva.
Ela acalma o sistema nervoso, melhora o sono, acelera a recuperação de enfermidades e cicatriza feridas emocionais acumuladas ao longo do tempo. O amor, portanto, não é apenas uma experiência afetiva — é um fenômeno biológico que cura, fortalece e transforma.
Estar presente, agir com gentileza e oferecer segurança emocional não são apenas gestos de afeto, mas formas reais de medicina para o corpo e para a alma. A ciência, enfim, confirma o que o coração sempre soube: o amor verdadeiro cura de dentro para fora.
Com isso tudo, quero dizer: devemos amar mais, nos amar e amar o próximo. Só assim iremos amenizar o mal do século. A DEPRESSÃO.