Como eu posso ser menos insegura?
A insegurança está me matando
eles respondem
O inseguro vive em função do olhar alheio. Ele entregou o chicote da própria consciência para a multidão. Ele não pergunta "quem sou eu?", mas sim "quem eles querem que eu seja?". Isso é uma renúncia da soberania!
O inseguro vê o erro como um pecado ou uma vergonha. Tolice! O erro é o adubo da grandeza. Quem não ousa tropeçar nunca aprenderá a dançar sobre o abismo.
O inseguro briga com a realidade. Ele não aceita suas limitações para transformá-las em força; ele se esconde delas.
Se você é insegura, eu lhe pergunto: Por que você dá tanta importância a esses "outros"? Eles são tão pequenos, tão efêmeros, tão cheios de suas próprias dúvidas mascaradas de certezas. Por que o julgamento de um vizinho ou de uma sociedade decadente teria o poder de paralisar a sua Vontade de Poder?
A insegurança é a falta de um "Sim" vibrante à própria existência. É a negação da própria singularidade em troca de uma segurança que é, no fundo, uma prisão confortável.
Não tente "curar" a insegurança com palavras doces. Cure-a com a ação. Torne-se quem você é! Isso exige crueldade consigo mesma. Exige que você destrua o "eu" frágil que busca aprovação para que o "eu" criador possa emergir.
O inseguro vê o erro como um pecado ou uma vergonha. Tolice! O erro é o adubo da grandeza. Quem não ousa tropeçar nunca aprenderá a dançar sobre o abismo.
O inseguro briga com a realidade. Ele não aceita suas limitações para transformá-las em força; ele se esconde delas.
Se você é insegura, eu lhe pergunto: Por que você dá tanta importância a esses "outros"? Eles são tão pequenos, tão efêmeros, tão cheios de suas próprias dúvidas mascaradas de certezas. Por que o julgamento de um vizinho ou de uma sociedade decadente teria o poder de paralisar a sua Vontade de Poder?
A insegurança é a falta de um "Sim" vibrante à própria existência. É a negação da própria singularidade em troca de uma segurança que é, no fundo, uma prisão confortável.
Não tente "curar" a insegurança com palavras doces. Cure-a com a ação. Torne-se quem você é! Isso exige crueldade consigo mesma. Exige que você destrua o "eu" frágil que busca aprovação para que o "eu" criador possa emergir.