Você acredita na existência de céu ou inferno?
No Antigo Testamento, o conceito de "inferno de fogo" não existia; o que havia era o Sheol, um lugar de silêncio para todos os mortos, sem essa divisão de bons ou maus. Essas imagens de tortura eterna e cidades de ouro no céu só ganharam força bem depois, misturando mitologias gregas e persas. Coincidentemente, viraram pilares centrais quando as instituições precisaram de ferramentas para guiar o...
eles respondem
Acho que o conceito de céu e inferno, tem suas raízes no zoroastrismo, que criaram o conceito dual, dualismo, bem e mal e foi adaptado e aperfeiçoados ao longo de milênios por outras tradições religiosas como:
Antiguidade remota (Egito, Mesopotâmia, Grécia): bases de submundo e julgamento (sem dualismo moral forte).
Zoroastrismo (~1500–600 a.C.): primeira sistematização clara de céu/inferno, julgamento e dualismo.
Judaísmo pós-exílio (séc. VI–II a.C.): incorporação e adaptação para a tradição judaica.
Cristianismo primitivo (séc. I d.C. em diante): refinamento com ênfase em salvação por Cristo e imagens apocalípticas.
Idade Média: popularização da imagem "clássica" (fogo eterno, demônios) via teologia e literatura.
Mas dependendo da cultura que a gente nasce, a gente acredita, não como verdade, mas como costume e tradição, como qualquer crença
Antiguidade remota (Egito, Mesopotâmia, Grécia): bases de submundo e julgamento (sem dualismo moral forte).
Zoroastrismo (~1500–600 a.C.): primeira sistematização clara de céu/inferno, julgamento e dualismo.
Judaísmo pós-exílio (séc. VI–II a.C.): incorporação e adaptação para a tradição judaica.
Cristianismo primitivo (séc. I d.C. em diante): refinamento com ênfase em salvação por Cristo e imagens apocalípticas.
Idade Média: popularização da imagem "clássica" (fogo eterno, demônios) via teologia e literatura.
Mas dependendo da cultura que a gente nasce, a gente acredita, não como verdade, mas como costume e tradição, como qualquer crença