Quem você acha que seria o presidente ideal para melhorar o Brasil? E por que?
anônima
Pode ser algum pré-candidato ou qualquer pessoa que você acredita que poderia se eleger à presidência e fazer diferença no nosso país.
eles respondem
2h
Não acredito na premissa de que algum presidente seja capaz de melhorar um país. Ao contrário, é da natureza do exercício presidencial agir em nome do outro (no caso, do povo), e isso via de regra significa substituir as infinitas preferências subjetivas que o outro (os indivíduos que constituem o povo) possui por aquilo que se acredita serem suas preferências e necessidades.
Há presidentes que, elitistas, o fazem com base em publicações científicas, acreditando que uma boa metodologia e análise estatística é capaz de reter toda informação dispersa na economia, e há presidentes que o fazem com base em valores pessoais que considera inegociavelmente verdadeiros. De toda forma, agir em nome do povo presume a capacidade de concentrar toda a informação que motiva a ação humana na sociedade, o que é uma insanidade.
Friedrich Hayek demonstra essa impossibilidade em Arrogância Fatal, e Ludwig von Mises também o faz em Socialismo: Uma Análise Econômica e Sociológica, onde demonstra que a centralização do planejamento econômico impossibilita a formação de preços e o cálculo econômico. Mas essa centralização não é impossível apenas no aspecto econômico, como também em todos os aspectos da vida humana.
Há presidentes que, elitistas, o fazem com base em publicações científicas, acreditando que uma boa metodologia e análise estatística é capaz de reter toda informação dispersa na economia, e há presidentes que o fazem com base em valores pessoais que considera inegociavelmente verdadeiros. De toda forma, agir em nome do povo presume a capacidade de concentrar toda a informação que motiva a ação humana na sociedade, o que é uma insanidade.
Friedrich Hayek demonstra essa impossibilidade em Arrogância Fatal, e Ludwig von Mises também o faz em Socialismo: Uma Análise Econômica e Sociológica, onde demonstra que a centralização do planejamento econômico impossibilita a formação de preços e o cálculo econômico. Mas essa centralização não é impossível apenas no aspecto econômico, como também em todos os aspectos da vida humana.