Espaço seguro para desabafos
Fique a vontade para escrever sobre seus medos, frustrações, anseios, angústias e tudo o que quiser colocar para fora. Escreva de forma anônima se isso fizer com que você se sinta mais confortável.
Ao final do relato, anote o número "5" se quiser um conselho meu. Porém, se a sua intenção for desabafar sem receber conselhos, a sua vontade será respeitada.
Escrever traz sensações de alívio e auxil...
Ao final do relato, anote o número "5" se quiser um conselho meu. Porém, se a sua intenção for desabafar sem receber conselhos, a sua vontade será respeitada.
Escrever traz sensações de alívio e auxil...
eles respondem
2a
Outrora eu achava que a vida aqui não tinha sentido... tantas calamidades e inseguranças...
Mas ninguém nunca disse que precisava ter sentido. Você, ao longo do tempo, deveria criar ou não o seu próprio sentido. E aqui estou, admirando um luar e escrevendo o que vem à tona. Gosto disso. Gosto da imprevisibilidade. Ela é como um barco em meio a tempestade. É preciso ter foco e coragem para enfrentá-la... atualmente estou dando mais valor às idiossincrasias, aos nossos queridos animais, ao prosaico e esquecido.
Estou longe de ser um Fernando Pessoa, mas quero escrever versos. Escrever vida. Escrever sentidos. Para isso, preciso me afogar em tempestades alheias e a minha própria... temos tão pouco tempo.
Temos mais tempo de passado ou teremos mais tempo de futuro? Faço o obséquio de esquecer esta temporalidade que tanto nos aflige. Agora eu quero a vida. Em meio a elocubrações tímidas deixei-a passar por tantas vezes, sem ao menos saudá-la. Não, mas só até hoje. Depois dessas tempestades, voltarei à superfície e respirarei, junto com ela, o ar da liberdade acalentando nossas futuras rugas. Voltarei a ser quem nunca fui e espero deixar algum fragmento de consciência benéfico para àqueles lúcidos de tantas incertezas.
(Devaneio maluco, obrigado por este espaço).
Mas ninguém nunca disse que precisava ter sentido. Você, ao longo do tempo, deveria criar ou não o seu próprio sentido. E aqui estou, admirando um luar e escrevendo o que vem à tona. Gosto disso. Gosto da imprevisibilidade. Ela é como um barco em meio a tempestade. É preciso ter foco e coragem para enfrentá-la... atualmente estou dando mais valor às idiossincrasias, aos nossos queridos animais, ao prosaico e esquecido.
Estou longe de ser um Fernando Pessoa, mas quero escrever versos. Escrever vida. Escrever sentidos. Para isso, preciso me afogar em tempestades alheias e a minha própria... temos tão pouco tempo.
Temos mais tempo de passado ou teremos mais tempo de futuro? Faço o obséquio de esquecer esta temporalidade que tanto nos aflige. Agora eu quero a vida. Em meio a elocubrações tímidas deixei-a passar por tantas vezes, sem ao menos saudá-la. Não, mas só até hoje. Depois dessas tempestades, voltarei à superfície e respirarei, junto com ela, o ar da liberdade acalentando nossas futuras rugas. Voltarei a ser quem nunca fui e espero deixar algum fragmento de consciência benéfico para àqueles lúcidos de tantas incertezas.
(Devaneio maluco, obrigado por este espaço).