Vai ficar. Mas nao que eu preservo o patrimônio para tal fim. É algo ja definido. A gente nao vende tudo e torra assim do nada, nao tem lógica fazer isso, a nao ser que os filhos sejam uns mercenários, sugadores dos pais. Dai poderia até doar em vida mesmo, para uma instituição de caridade.
Aproveitaria bem enquanto estivesse viva e o que sobrasse seria deles. Acho justo deixar algo pros filhos, mas não me privaria de viver por causa disso.
Venderia parte do patrimônio e gastaria comigo. Deixaria outra parte para eles. E os ajudaria a terem ao menos uma estabilidade financeira e não ficarem tão dependentes de uma herança.
Depois que mago do tempo morrer, não tô nem aí pro que vai ser feito das coisas que eu tiver.
Eu deixaria eles bem enquanto estou vivo, ajudando nos estudos e na capacitação profissional ou num negócio próprio caso fosse o que eles queriam. Eles estando bem, eu gastaria sem medo, mas sempre tendo dinheiro guardado pro dia de amanhã (vai que eu demoro morrer). Depois de morrer, eles que se virem pra decidir o que vai ser feito das minhas coisas.