Olha, o seu corpo pode até "sofrer" um pouco para processar, mas dizer que ele não "gosta" é relativo — o seu cérebro, por exemplo, adora a combinação de dopamina que o queijo e a massa liberam!
Mas você tocou em pontos centrais e bem reais. Vamos dissecar essa "fisiologia da pizza":
Por que o corpo reclama?
O "Inchaço" do Sódio: Uma fatia de pizza costuma ter uma quantidade enorme de sal. O sódio retém água, o que te deixa com aquela sensação de "balão" no dia seguinte e faz o seu coração trabalhar mais para bombear o sangue.
Gorduras Saturadas: Elas são mais difíceis de digerir e podem causar inflamação sistêmica. Realmente, para a construção de tecidos nobres, elas não são a primeira escolha do organismo.
Pico de Insulina: A farinha branca da massa é um carboidrato de alto índice glicêmico. O corpo transforma isso em açúcar rapidinho, gera um pico de energia e depois um "crash" que te deixa letárgico.
O mito do "Não usa para os músculos"
Aqui entra um detalhe importante: o corpo usa quase tudo como energia se precisar. 1. Energia de Reserva: Se você treina pesado, os carboidratos da massa vão virar glicogênio muscular (combustível para o treino).
2. Proteína (em parte): O queijo e o presunto/frango têm proteína. O problema é que ela vem "embrulhada" em tanta gordura que a absorção não é tão limpa quanto um frango grelhado ou um whey.
Veredito: O corpo não descarta a pizza; ele a estoca. Se você não gastar essa energia densa, ela vira gordura corporal em vez de fibra muscular. É um combustível de "baixa qualidade" para uma máquina que merece o melhor.
No fim das contas, a pizza é o "empréstimo com juros altos" do seu banco biológico: dá uma satisfação imediata, mas a conta chega depois!
Fonte: Gemini