Mulheres, o que vocês pensariam sobre se casar com separação total de bens?

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anônimo
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34m
Vamos supor que vcs namorem um cara já faz alguns anos e ele pede vcs em casamento. PORÉM, ele só aceita casar se for com separação total de bens, ou seja, vc n tem direito a nada dele. Vcs aceitariam ou cairiam fora?
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eles perguntam
7 respostas
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elas respondem
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Prefiro parcial de bens. Mas n vejo problema no total, so ficaria chateada se de alguna forma ele ou a família me chama-se de interesseira.
Aproveitar e fazer um contrato sobre a divisão de despesas, ja que n teriamos conta conjunta
anônima
43m
Eu pensaria que ele já está entrando no casamento preocupado em não sair prejudicado caso haja uma separação. Também passa uma sensação de desconfiança, como se a mulher precisasse provar que não é interesseira.
Não gostaria disso, porque parece que a pessoa já tá considerando o fim da relação antes mesmo de começar a vida de casado.
anônima
34m
Aceitaria sim com o maior prazer, assim ele tambem nao teria direito a nada meu que eu ja tenho agora e nem o que eu iria adquirir depois com meu trabalho.
eles respondem
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anônimo
1h
Essa devia ser a única maneira que os homens deveriam se casar. Se a mulher reclamar, então ela não vale a pena
Isso é um tema polêmico.

Eu tenho para mim que, se eu me casar um dia, será por separação total de bens. Relacionamentos podem acabar, e a questão de comunhão, seja parcial ou universal, gera muita dor de cabeça financeira e jurídica, exceto nos raros casos em que há acordo extrajudicial ou acordo pacífico entre os parceiros (como o pacto antenupcial) - mas isso é um tanto raro de acontecer. Para mim, em um casamento, funciona assim: apesar de juridicamente nossos bens adquiridos com nosso dinheiro serem nossos, enquanto estivermos juntos, na prática tudo que é meu, é dela - e vice-versa - mas isso não se confunde com o aspecto jurídico, em caso de separação. Quer dizer: enquanto estivermos juntos, há, apenas na prática e por motivos sentimentais, comunhão universal, mas a partir do ponto em que há separação, vale a ordem jurídica.

Lembrando que não é porque há separação total que alguns bens não são compartilhados. Se o casal investiu, por exemplo, cada qual, em metade do valor de uma casa, a divisão de bens não seguirá uma linha reta bem definida. Geralmente gera intrigas na seara jurídica quando um casal investiu parte do patrimônio em um imóvel, mas um diz que o imóvel pertence a ele devido à escrituração estar apenas no seu nome, devendo-se apenas a indenização quanto à parte investida pelo outro. Quanto a uma escrituração, é sempre mais inteligente colocar o imóvel no nome dos dois, assim haverá uma partilha mais adequada e com menos confusão (exceto se apenas um comprou o imóvel integralmente).

Enfim, é algo complexo, mas não tenho nenhuma intenção de casar por regime de comunhão parcial ou universal. Isso não é falta de confiança, mas uma simples preferência que indica que, dentro de um relacionamento mas apenas enquanto nele, considero tudo que é meu, dela. Isso não retira a significância emocional da relação.
Isso só serve pra quando ambos têm filhos e querem manter a herança separada. Pra quem não tem, casamento pensando em separar não é casamento, é contrato. Se não confia, é só não casar.
38m
Eu acho q só casaria se fosse dessa foram, não que eu seja rico ou algo do tipo até pq nem casa eu tenho, mas é pq eu separo uma parte do meu salário todo mês para investir pq eu quero me aposentar com 47 - 50 anos e não confio no INSS. Então se eu me casar e por algum motivo eu me separe todo o investimento q fiz durante o casamento terá q ser dividido ou seja é adeus aposentadoria e voltar a depender do INSS q toda hora aumenta o tempo de contribuição e tem teto de remuneração.

Claro por mim, bens em comum como casa e carro não tem problema deixar no acordo que será dividido igualmente caso haja separação, mas essa questão de investimentos, coleção e etc eu ia querer deixar separado.