Já duvidou da existência de Deus?
Não vim com papo de ateu, apenas com aquelas leves dúvidas que implanta na mente. Momentos difíceis que vocês passam, pedem socorro e nenhuma resposta.
Já tiveram essa dúvida, ou acredita fielmente que Deus existe? Já vi muitos comentarem que deixou de acreditar em Deus, por causa das próprias escolhas erradas que a pessoa faz.

Já tiveram essa dúvida, ou acredita fielmente que Deus existe? Já vi muitos comentarem que deixou de acreditar em Deus, por causa das próprias escolhas erradas que a pessoa faz.

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elas perguntam
47 respostas
34
13
eles respondem
34
anônimo
3M
Eu duvido da capacidade intelectual de quem nunca duvidou.
Eu já duvidei exatamente nesses momentos difíceis que você mencionou. Mas a grande verdade é que para quem fez os estudos que eu fiz (Walter Russel, Ken Wheeler, o pouco do que restou de Tesla) entende que não há universo sem Deus. Mas Deus não é algo individual, e basicamente não interfere em sua criação a não ser pelo "batimento cardíaco" de cada buraco negro que existe no centro de tudo que existe, que é a porta de contato e retorno a ele.
Nunca duvidei, com o passar dos anos eu tive ainda mais certeza da existência dele.
Milhões de coisas que acontecem e não pode ser apenas coincidência. Sem chance de ser coincidência!
Milhões de coisas que acontecem e não pode ser apenas coincidência. Sem chance de ser coincidência!
anônimo
3M
Nunca. Como duvidar de quem deu seu filho pra morrer no meu lugar?
3M
Eu tinha dúvidas quando eu era mais novo, mas há 25 anos eu tenho certeza de que ele não existe.
Já. Acho que é um processo normal. Mas a matemática fez eu mudar de opinião.
anônimo
3M
Estou duvidando agora
Já sim
1M
Sim, já tive pensamentos como: será que realmente existe? será que to ficando louco? mas na minha busca, Ele deixou deixou eu o encontrar, depois desse dia, nunca mais pude ser o mesmo, que só pensava nas coisas dessa vida.
1M
Eu sou agnóstico.
Eh engraçado e paradoxal, pois eu virei agnóstico depois de frequentar a igreja durante a infância e adolescência. Lia bastante a bíblia... isso mudou a forma de enxergar as coisas.
Eh engraçado e paradoxal, pois eu virei agnóstico depois de frequentar a igreja durante a infância e adolescência. Lia bastante a bíblia... isso mudou a forma de enxergar as coisas.
Mais vezes do que consigo lembrar...
anônimo
3M
É mais fácil falar que foi um Deus, não é mesmo?! Afinal o ser humano é insignificante e acha que é o centro do universo.
3M
Depois que duvidei pela primeira vez continuo duvidando até hoje.
Duvidei q vc fosse fake
Nao
anônimo
3M
Se supostamente existe um deus ou alguma divindade que, supostamente esteja olhando para a humanidade, este suposto deus terá que pedir perdão, de joelhos, no suposto e imaginário "dia do juízo final".
3M
Sim, já fui agnóstico durante 1 ano e alguns meses.
Nunca duvidei da existência de um ser criador, mas ja duvidei da visão de Deus do cristianismo, hoje não mais
3M
Nunca, vejo a existência de Deus em tudo. Mesmo se eu estiver na completa miséria, saberei que é mera obra do imprevisto e da imperfeição humana
De jeito nenhum
Nunca me ocorreu, tenho plena consciência de minha existência.
Deus cristão estou bem certo de que não existe
3M
Já, uma vez já cheguei até a blasfemar contra ele...
As vezes
Já passei por isso. Em algum momento, senti a necessidade de buscar respostas sobre a existência de Deus de forma mais profunda e pessoal, tentando entender além do que outros diziam. Queria conhecer Deus pelo que Ele realmente é, e não pelo que me ensinaram ou pelo que parecia mais conveniente acreditar.
Essas buscas, no entanto, acabaram me levando a um ponto em que a fé deixou de fazer sentido para mim. Perdi a crença tradicional, mas não a capacidade de refletir sobre o mistério, sobre a vida ou sobre o que nos conecta uns aos outros. Aprendi que, mesmo sem acreditar, ainda podemos nos maravilhar com o mundo, com o sentido das experiências e com a forma como buscamos o que é maior que nós.
Respeito profundamente quem mantém sua fé, porque sei que ela pode trazer conforto, direção e força. E torço sinceramente para que você encontre aquilo que precisa para se sentir segura, amparada e em paz, seja na fé, na reflexão ou em qualquer caminho que faça sentido para você.
Essas buscas, no entanto, acabaram me levando a um ponto em que a fé deixou de fazer sentido para mim. Perdi a crença tradicional, mas não a capacidade de refletir sobre o mistério, sobre a vida ou sobre o que nos conecta uns aos outros. Aprendi que, mesmo sem acreditar, ainda podemos nos maravilhar com o mundo, com o sentido das experiências e com a forma como buscamos o que é maior que nós.
Respeito profundamente quem mantém sua fé, porque sei que ela pode trazer conforto, direção e força. E torço sinceramente para que você encontre aquilo que precisa para se sentir segura, amparada e em paz, seja na fé, na reflexão ou em qualquer caminho que faça sentido para você.
Todos já duvidaram
Minha cara, confesso-lhe, com a franqueza que convém a um espírito formado sob a disciplina moral da Igreja da Inglaterra, que tais inquietações não são estranhas à alma humana, nem mesmo àquela que se julga firme na fé.
Há momentos, sobretudo nas provações mais severas, em que o silêncio dos céus parece quase ensurdecedor. O homem ora, suplica, busca consolo e, não raro, encontra apenas o eco de sua própria voz. Nessas horas, a dúvida não se apresenta como rebeldia declarada, mas como uma sombra discreta que se insinua no espírito. Não como negação, mas como uma interrogação silenciosa.
Todavia, um anglicano de formação vitoriana não toma tais dúvidas como sinal de descrença definitiva, mas antes como parte do próprio exercício da fé. Crer, afinal, não é estar permanentemente isento de incertezas, mas perseverar apesar delas. A fé, nesse sentido, não é mero sentimento, mas uma resolução moral, quase um dever da razão tanto quanto do coração.
Quanto à ideia de que muitos abandonam a crença em Deus em virtude de suas próprias falhas, há nisso certa verdade digna de ponderação. Por vezes, o homem, ao confrontar as consequências de seus atos, prefere atribuir ao silêncio divino aquilo que nasce de suas próprias escolhas. Não se trata necessariamente de malícia, mas de uma tentativa de aliviar o peso da responsabilidade.
Assim, ainda que a dúvida visite o espírito, como visitante indesejado, porém inevitável, a convicção permanece, não como um fervor constante, mas como uma chama resguardada com sobriedade. Pois, para um fiel da tradição anglicana, Deus não se mede pela ausência de resposta imediata, mas pela ordem moral que sustenta o mundo e pela esperança que, mesmo em silêncio, recusa-se a perecer.
Há momentos, sobretudo nas provações mais severas, em que o silêncio dos céus parece quase ensurdecedor. O homem ora, suplica, busca consolo e, não raro, encontra apenas o eco de sua própria voz. Nessas horas, a dúvida não se apresenta como rebeldia declarada, mas como uma sombra discreta que se insinua no espírito. Não como negação, mas como uma interrogação silenciosa.
Todavia, um anglicano de formação vitoriana não toma tais dúvidas como sinal de descrença definitiva, mas antes como parte do próprio exercício da fé. Crer, afinal, não é estar permanentemente isento de incertezas, mas perseverar apesar delas. A fé, nesse sentido, não é mero sentimento, mas uma resolução moral, quase um dever da razão tanto quanto do coração.
Quanto à ideia de que muitos abandonam a crença em Deus em virtude de suas próprias falhas, há nisso certa verdade digna de ponderação. Por vezes, o homem, ao confrontar as consequências de seus atos, prefere atribuir ao silêncio divino aquilo que nasce de suas próprias escolhas. Não se trata necessariamente de malícia, mas de uma tentativa de aliviar o peso da responsabilidade.
Assim, ainda que a dúvida visite o espírito, como visitante indesejado, porém inevitável, a convicção permanece, não como um fervor constante, mas como uma chama resguardada com sobriedade. Pois, para um fiel da tradição anglicana, Deus não se mede pela ausência de resposta imediata, mas pela ordem moral que sustenta o mundo e pela esperança que, mesmo em silêncio, recusa-se a perecer.
Óbvio, é só olhar pra merda que é o mundo e pra ruindade das pessoas que qualquer indivíduo são tem esse tipo de dúvida.
Um ser bondoso e todo poderoso, como Deus é descrito, nunca permitiria que crianças morressem de fome, uma entidade divina tão bondosa não criaria psicopatas e estupradores. Doenças e sofrimentos de tudo que é tipo... é tanta coisa errada.
Se existe um ser superior, certamente não é o que sempre me disseram ser. A descrição não bate, não faz sentido.
Um ser bondoso e todo poderoso, como Deus é descrito, nunca permitiria que crianças morressem de fome, uma entidade divina tão bondosa não criaria psicopatas e estupradores. Doenças e sofrimentos de tudo que é tipo... é tanta coisa errada.
Se existe um ser superior, certamente não é o que sempre me disseram ser. A descrição não bate, não faz sentido.
3M
Tocou no ponto certo, as pessoas as vezes deixam de acreditar em Deus por que elas não veem o resultado de suas migalhas de adoração... e esperam receber um banquete.
A vida pra quem acredita em Deus pode ser muito fácil e regada em prazeres... mas a vida de quem acredita em Deus e se esforça pra fazer o que ele pede, ai sim, é bem difícil. As pessoas querem plantar, mas não querem colher os frutos do que plantam, ai fica fácil, Deus não remove as consequências de nossos atos.
Sobre sua pergunta, sim, já duvidei que Deus existe. Várias vezes! Só nesse ano umas 5x...
A vida pra quem acredita em Deus pode ser muito fácil e regada em prazeres... mas a vida de quem acredita em Deus e se esforça pra fazer o que ele pede, ai sim, é bem difícil. As pessoas querem plantar, mas não querem colher os frutos do que plantam, ai fica fácil, Deus não remove as consequências de nossos atos.
Sobre sua pergunta, sim, já duvidei que Deus existe. Várias vezes! Só nesse ano umas 5x...
Desde quase sempre. Só acreditava quando criança mesmo, já que minha mãe é religosa. E só acreditava por um único motivo: medo do inferno
anônimo
3M
nunca, mas já fiquei com a fé bem abalada.
Duvido todos os dias da existência dele!
anônimo
1M
Não. Já tive frustrações, mas não duvidei da existência de Deus.
Jamais!
elas respondem
13
anônima
3M
Já sim.
anônima
3M

Ah, já me perguntei, sim, como tudo na vida. Literalmente todas as coisas que eu acredito ou deixo de acreditar eu primeiro sopeso as várias versões/possibilidades pra depois concluir algo.
E concluí que Deus existe, porque eu sempre senti Ele, pra mim Ele nunca foi apenas algo de se acreditar ou não, como os extraterrestres são, a gente não sente eles, só pode conjecturar sobre a existência ou não, sabe?
Mas entendo quem tenha outra conclusão, cada um tem suas vivências e experiências que vão influenciar na constatação
E concluí que Deus existe, porque eu sempre senti Ele, pra mim Ele nunca foi apenas algo de se acreditar ou não, como os extraterrestres são, a gente não sente eles, só pode conjecturar sobre a existência ou não, sabe?
Mas entendo quem tenha outra conclusão, cada um tem suas vivências e experiências que vão influenciar na constatação
anônima
3M
Sim, fui agnóstica muito tempo.
1M
Nunca cheguei duvidar, pq nunca questionei a soberania de Deus.
anônima
1M
Sim.
3M
Não tem como duvidar da sua própria existência
Deus é o todo e está em você em mim em nós!
Então por conta disso não se duvida da existência de tudo que nos rodeia. ( ao menos deveria ser assim )
Deus é o todo e está em você em mim em nós!
Então por conta disso não se duvida da existência de tudo que nos rodeia. ( ao menos deveria ser assim )
Duvidei com 11/12.
Sim pq sou ateia
anônima
3M
Até hoje tenho minhas dúvidas
anônima
3M
Por muito tempo... comecei a duvidar com uns 12 anos de idade
Não. Eu não acho que Deus não existiria por não fazer o que eu quero. Até porque eu rezo "seja feita a vossa vontade", não "seja feita a minha vontade".
3M
Sim, uma vez. Quase enlouqueci, mas depois voltei ao normal e fiquei bem melhor. Nunca mais quero duvidar da existência de Deus, é horrível, a sensação é de estar carregando o peso do mundo todo nas costas
próxima
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